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Nacional

Inep defende que Enem não é para avaliar itinerários formativos

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Diretor do Inep defende que avaliação dos itinerários formativos do Ensino Médio deve ser realizada pelas próprias escolas, durante audiência pública no Senado sobre reforma educacional.

Durante uma audiência pública na Comissão de Educação do Senado para discutir o Projeto de Lei 5.230/2023, que propõe uma nova reforma do Ensino Médio, o diretor de Avaliação da Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Rubens Lacerda, argumentou que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não deve ser utilizado para avaliar os itinerários formativos previstos na Política Nacional do Ensino Médio.

Lacerda destacou que o Enem é um exame padronizado e que adaptá-lo aos itinerários resultaria em um engessamento do currículo, defendendo que as avaliações formativas sejam realizadas pelas próprias escolas. A proposta de reforma do Ensino Médio, em avaliação no Senado, prevê uma nova estrutura curricular e uma carga horária mínima para os itinerários formativos, visando garantir a flexibilidade do ensino médio brasileiro.

Da Redação
Folha de Ji-Paraná
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Notícias

Vídeo: Mulher Morta Degolada à Facadas e Arrastada com Corrente!

Homem preso em Nova Maringá após ser filmado arrastando corpo de mulher com corrente em moto.

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Mulher Morta a Facadas e Arrastada com Corrente! Vídeo Mostra Crime Chocante

Bruna, de 24 anos, foi brutalmente assassinada a facadas na madrugada de domingo (2) em Sinop, a 397 km de Cuiabá. Após o homicídio, o agressor enrolou uma corrente no pescoço da vítima e a arrastou pelas ruas, abandonando o corpo em uma área de mata.

Parte do crime foi capturada por câmeras de segurança do conjunto de quitinetes onde ocorreu o feminicídio. As imagens mostram o momento em que o criminoso arrasta o corpo da jovem.

O irmão de Bruna, ao notar sua ausência, foi até a casa dela e encontrou manchas de sangue. Ele acionou a Polícia Militar, que ao chegar encontrou vestígios de sangue que levavam até a rua. Analisando as imagens das câmeras de segurança, a polícia identificou o homem arrastando o corpo com uma corrente.

Mulher Morta e Arrastada com Corrente em Sinop.

Durante buscas, os policiais localizaram o corpo de Bruna em um matagal. A perícia revelou que a vítima foi degolada com uma faca, quase sendo decapitada.

Homem preso em Nova Maringá após ser filmado arrastando corpo de mulher com corrente em moto

O suspeito de assassinar e arrastar o corpo de Bruna de Oliveira, de 24 anos, foi capturado em Nova Maringá na tarde da última segunda-feira (3). Wellington Honorato dos Santos, de 32 anos, foi identificado em imagens de câmera de monitoramento enquanto arrastava a vítima em uma moto.

Wellington Honorato dos Santos, de 32 anos, foi identificado em imagens de câmera

Wellington Honorato dos Santos, de 32 anos, foi identificado em imagens de câmera

O delegado Bráulio Junqueira confirmou a prisão. Segundo Junqueira, a Delegacia da Mulher vai levar Wellington até Sinop, onde o crime ocorreu. Familiares da vítima relataram à polícia que Bruna saiu com Wellington e não retornou. Eles entraram em contato com ele, que afirmou ter deixado Bruna em casa por volta das 22h.

Caso

Na madrugada de domingo (2), em Sinop (397 km de Cuiabá), Bruna foi esfaqueada e morta. Após o crime, o suspeito enrolou uma corrente no pescoço dela e a arrastou pelas ruas, abandonando o corpo em uma área de mata.

Câmeras de monitoramento capturaram parte do crime no conjunto de quitinetes onde o feminicídio ocorreu.

O irmão de Bruna notou sua ausência e foi até sua casa. Encontrando manchas de sangue, chamou a polícia. No local, os policiais seguiram uma trilha de sangue até a rua. As câmeras mostraram Wellington arrastando o corpo com uma corrente.

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Da Redação
Folha de Ji-Paraná
Foto: Internet/Reprodução

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Empresário Preso por Tentar Matar a Filha com Golpes de Terçado

Jovem vítima de tentativa de feminicídio esclarece fatos após agressão do próprio pai.

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Caso chocante de violência doméstica revela gravidade dos problemas enfrentados pela família.

Bruna Miho Tsuchiya enfrentou uma tentativa de feminicídio perpetrada por seu próprio pai, o empresário Reinaldo Yasuyuki Tsuchiya, em Bragança, Pará. Em um comunicado divulgado nas redes sociais e assinado por suas advogadas, Bruna esclareceu os acontecimentos e refutou informações incorretas sobre o episódio de violência.

Caso chocante de violência doméstica revela gravidade dos problemas enfrentados pela família.

Detalhes da tentativa de feminicídio e medidas de proteção adotadas.

Conforme o documento, Reinaldo Yasuyuki Tsuchiya já havia agredido sua esposa, mãe de Bruna, no ano anterior, levando à imposição de medidas protetivas em favor da vítima. Após o incidente, a mãe de Bruna buscou manter a estabilidade familiar e financeira, concordando com o agressor sobre a divisão dos lucros das empresas familiares. Por meio de uma procuração pública, nomeou Bruna como representante legal para gerenciar financeiramente a parte da mãe, uma responsabilidade assumida pela jovem.

Caso chocante de violência doméstica revela gravidade dos problemas enfrentados pela família.

Detalhes da tentativa de feminicídio e medidas de proteção adotadas.

No dia 29/05/2024, por volta das 09h, Bruna seguiu sua rotina habitual e dirigiu-se à empresa para realizar o fechamento financeiro. É ressaltado no comunicado que Bruna estava sozinha no momento, fato que pode ser comprovado pelas filmagens das câmeras de segurança do local.

Caso chocante de violência doméstica revela gravidade dos problemas enfrentados pela família.

Detalhes da tentativa de feminicídio e medidas de proteção adotadas.

A tentativa de feminicídio chocou a comunidade de Bragança, evidenciando os graves problemas de violência doméstica enfrentados pela família Tsuchiya. A prisão de Reinaldo Yasuyuki Tsuchiya destaca a urgência de combater a violência de gênero e proteger as vítimas em situação de risco.

Caso chocante de violência doméstica revela gravidade dos problemas enfrentados pela família.

Detalhes da tentativa de feminicídio e medidas de proteção adotadas.

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Da Redação
Folha de Ji-Paraná
Foto: Boletim de Ocorrência Policial

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Servidora da Educação acusada de desvio usava Cartão de Colegas Mortos

Servidora suspeita de desvio em vale-alimentação é alvo de investigação policial.

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Caso de desvio de benefícios gera repercussão e investigação em São Paulo

Na última investigação sobre um alegado esquema de desvio de vale-alimentação na Secretaria Estadual da Educação, a servidora Driele da Silva Teixeira é suspeita de ter utilizado benefícios de colegas já falecidos. Ela é alvo de busca e apreensão em meio a acusações de desvio de dinheiro, apesar de receber um salário modesto de R$ 2 mil.

Atuando no gerenciamento de solicitações do cartão-alimentação há aproximadamente uma década, Driele está sob escrutínio da Controladoria Geral do Estado (CGE) por 28 casos em que os cartões receberam créditos mesmo após a saída dos funcionários, totalizando mais de R$ 41 mil.

Depoimentos à CGE durante o processo administrativo elucidam o funcionamento do suposto esquema. O caso veio à tona quando um ex-servidor notou o uso do cartão, apesar de não recebê-lo. Durante as férias de Driele, sua substituta encontrou cartões carregados no armário da servidora, com créditos posteriores às datas de exoneração dos servidores.

Dois cartões de servidores falecidos receberam créditos e foram utilizados após suas mortes. Em um caso, um cartão recebeu R$ 12,2 mil, gastos no mês seguinte à morte da titular. Outro caso envolveu o uso de um cartão de uma servidora falecida em janeiro de 2023, com um crédito de R$ 1 mil em setembro do mesmo ano.

A investigação revelou que a vida ostentosa de Driele era incompatível com sua renda declarada. Apesar de um salário bruto de R$ 3.018,81, o líquido era de apenas R$ 2.070,46. Suas postagens nas redes sociais mostram viagens e eventos em lugares caros, contrastando com sua posição e renda oficial.

A Polícia Civil solicitou o afastamento da servidora e a quebra de seu sigilo telemático. A Secretaria da Educação colabora com a investigação, encaminhando dados à CGE. A plataforma Fala.SP mantida pela CGE permite denúncias anônimas sobre irregularidades.

A investigada não respondeu às mensagens do jornal até o momento. O espaço permanece aberto para atualizações.

Da Redação
Metrópoles
Luiz Vassallo
Foto: Reprodução/Internet

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