Em um movimento polêmico da política rondoniense, um político de Ji-Paraná, aliado a um ex-prefeito de Porto Velho, teria contratado um marqueteiro com a missão de destruir a reputação de Bruno Scheid, pré-candidato ao Senado por Rondônia, apoiado por Jair Bolsonaro. O objetivo seria prejudicar a crescente popularidade de Scheid, que começou a figurar entre os principais nomes nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2026.
A controvérsia foi gerada após declarações do ex-presidente Jair Bolsonaro, que, em recentes lives, mencionou Scheid como seu candidato ao Senado. A partir disso, o nome de Scheid começou a ganhar destaque e a liderar várias enquetes e pesquisas de opinião, o que gerou uma reação intensa dos grupos esquerdistas e centro-esquerdistas.
De acordo com informações exclusivas, esses grupos, temendo a ascensão do pré-candidato bolsonarista, teriam contratado um marqueteiro de renome para criar narrativas falsas e atacar a imagem de Bruno Scheid, um movimento semelhante ao descrito no livro "Assassinato de Reputações", de Romeu Tuma Júnior, que revela estratégias usadas para descreditar adversários políticos.
Essa tática de destruição de reputação, amplamente conhecida por sua utilização em campanhas de grupos esquerdistas, gerou indignação entre os conservadores de Rondônia, que veem essa ação como um golpe baixo e sujo para tentar impedir o crescimento do nome de Scheid nas eleições de 2026.
O caso já é assunto de discussão e denúncias na cidade, com muitos acompanhando de perto a atuação do marqueteiro, que será observado cuidadosamente pela população.
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