Cacoal (RO) – A Associação Rondoniense de Municípios (AROM), que já enfrenta uma crise interna, foi abalada por um escândalo de escuta ilegal descoberta no último fim de semana. Durante manutenção nas câmeras de segurança da sede, técnicos encontraram uma sofisticada escuta ambiental instalada na sala da presidência da entidade. A revelação, que agita os bastidores políticos, vem em meio a um momento conturbado da AROM, que lida com dívidas trabalhistas e uma forte pressão política.
A escuta estava sendo utilizada para monitorar as conversas dos prefeitos que se reuniam regularmente na sede da AROM. Após a descoberta, Hildon Chaves, presidente da AROM, convocou uma reunião, e uma funcionária de alto escalão contratada em 2021 confessou ter instalado o equipamento. O presidente, junto a um advogado e contador da entidade, decidiu pela demissão imediata da funcionária, sem justa causa, apesar de não saberem ao certo há quanto tempo as conversas estavam sendo gravadas ou quantas pessoas estavam envolvidas nas escutas.
A crise na AROM teve início quando um grupo de onze prefeitos, que tinham indicações de cargos na entidade, se viu envolvido em uma série de polêmicas após a demissão de dez funcionários. De acordo com fontes internas, alguns salários pagos aos membros da AROM eram superiores aos dos próprios prefeitos, o que gerou insatisfação e acusações de desperdício de recursos.
A gestão de Hildon Chaves está focada em sanar a crise financeira da entidade, que apresenta um déficit de R$ 2,5 milhões em dívidas trabalhistas. Segundo o presidente, a previsão é zerar a dívida até o meio do ano e deixar a AROM com um saldo positivo superior a R$ 1 milhão.
Este episódio acrescenta mais um capítulo à turbulenta gestão da AROM, onde a instabilidade política e as decisões controversas têm gerado desconforto entre os prefeitos e os funcionários da entidade. O caso da escuta ilegal levanta sérias dúvidas sobre a ética e transparência nas relações internas da associação.
Tags: AROM, escuta ilegal, Hildon Chaves, crise na AROM, prefeitos, demissão de funcionários, escândalo, gravações, crise financeira, dívidas trabalhistas, corrupção, transparência.
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