O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU) ingressaram com uma ação civil pública na Justiça Federal, solicitando que a União, o Estado de Rondônia e a Prefeitura de Porto Velho adotem um cMultifásico Gradual para a qualidade do ar. A medida visa combater a poluição atmosférica severa causada por queimadas e incêndios florestais, seguindo diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) e outros órgãos de saúde.
A proposta exige que o protocolo aborde ações preventivas e emergenciais, como o uso de máscaras apropriadas (NR95 e PFF2), teletrabalho, suspensão de atividades não essenciais e fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs) para servidores e trabalhadores do setor privado. Além disso, a ação inclui a suspensão de eventos que causem aglomerações, como shows e corridas de rua, em casos de poluição extrema.
Os órgãos solicitam ainda uma indenização de R$ 100 milhões por danos morais coletivos à saúde, valor que seria destinado ao fundo de saúde coletiva para prevenção e mitigação dos efeitos da poluição. Também pedem compensações por danos morais individuais para aqueles que comprovarem agravamento de problemas de saúde relacionados à poluição do ar.
Crise de Poluição em Porto Velho
Porto Velho tem enfrentado níveis críticos de poluição do ar há meses, sendo classificada como a cidade com a pior qualidade do ar no Brasil e, em alguns momentos, a mais poluída do mundo, segundo a plataforma Iq Air. O MPF, MPT e DPU já haviam tentado resolver o problema por meio de recomendações, mas não houve ação efetiva por parte das autoridades.
A situação é alarmante, com aumento significativo de atendimentos médicos por problemas respiratórios. Entre agosto e setembro, o número de casos relacionados à qualidade do ar mais que dobrou em comparação aos anos anteriores.
As instituições públicas apontam que as autoridades locais e estaduais têm promovido eventos e atividades físicas ao ar livre, mesmo com a poluição em níveis perigosos, o que contraria recomendações científicas. Além disso, faltam informações adequadas à população sobre os riscos da poluição e as medidas necessárias para proteger a saúde.
A ação civil pública pede que medidas urgentes sejam tomadas para conter os impactos da poluição atmosférica e garantir a saúde da população de Rondônia.
Tags: Protocolo de qualidade do ar, poluição atmosférica, queimadas em Rondônia, MPF, MPT, DPU, ação civil pública, Porto Velho, saúde pública, indenização por danos morais.
Desfecho Trágico Casal de Porto Velho morre após carro ser prensado entre duas carretas na BR-364 em grave acidente no estado do Mato Grosso
Execução Brutal Vídeo de despedida termina em execução bárbara: Corpo de motorista por aplicativo é encontrado após dias de buscas
Escala 6x1 Rondônia Veja como votaram deputados de Rondônia na proposta que trata do fim da escala 6x1 na Câmara dos Deputados em dois turnos
Estado Gravíssimo Vídeo: Motociclista acaba em estado gravíssimo após colisão violenta contra passarela na BR-364
Escândalo em RO Tenente-Coronel de Rondônia é exonerado após prisão com 300 ampolas de Tirzepatida (Mounjaro) na fronteira
Corpo no IML Corpo de homem de Ji-Paraná segue no IML de Porto Velho à espera da família Mín. 19° Máx. 29°
Mín. 21° Máx. 31°
Parcialmente nubladoMín. 21° Máx. 32°
Chuvas esparsas
Eventos Locais Expojipa 45 Anos promete o maior Baile da Rainha da história com 86 inscritas, shows nacionais e entrada gratuita em Ji-Paraná
Guia Comercial Loja InovaMI Tech se destaca como referência em celulares Xiaomi e acessórios na Av. Aracajú nº 901 em Ji-Paraná
Esporte Regional Espigão vence Ji-Paraná de virada por 2 a 1 e abre vantagem na final do Campeonato Rondoniense Sub-17
Cenário Político Vereador de Ji-Paraná Willian Cândido de Souza é condenado por importunação sexual e assédio