A história de Natani Santos, moradora de Ji-Paraná (RO) que teve parte do lábio arrancado pelo próprio cachorro da raça chow-chow, voltou a repercutir nas redes e segue entre as reportagens mais lidas da Folha de Ji-Paraná em 2025.
“Eu tive que recomeçar”
Participe do Grupo no WhatsApp da Folha de Ji-Paraná e receba notícias urgentes, prisões, operações e plantões policiais de Ji-Paraná. No primeiro relato público após o acidente, Natani contou como foi reconstruindo a vida:
“Eu tive que recomeçar. Voltei para o Acre e aqui retorno a fazer uma das coisas que eu mais amo: dançar. Voltei a treinar, porque faz muito bem para a minha cabecinha, que estava uma bagunça. Retomei projetos, voltei a cantar e agora faço apresentações em eventos particulares.”
Toque no vídeo e ative o som.
O ataque aconteceu dentro da casa onde morava. O cão — chamado Jacke — havia sido adotado ainda filhote e convivia com a família há cinco anos. Segundo Natani, ele rosnou e avançou de forma inesperada, causando um ferimento grave no lábio superior. Ela recebeu atendimento hospitalar, mas já deixou o local com a lesão bastante comprometida.
Reconstrução e apoio do Projeto Leozinho
Para se manter informado sobre operações e prisões como esta, acesse nosso grupo de WhatsApp. A gravidade do caso chamou atenção do Projeto Leozinho, de Santa Catarina, especializado em reconstrução facial gratuita para vítimas de traumas.
Natani viajou para o estado, onde já passou por duas etapas cirúrgicas, incluindo reconstrução do lábio e preenchimentos. Ela aguarda agora a terceira e última cirurgia.
Repercussão, eutanásia e ataques nas redes
O episódio ganhou grande repercussão, especialmente após o cão ser submetido à eutanásia. O marido de Natani, Tiago Pinto, levou o animal ao Centro de Zoonoses de Ji-Paraná, preocupado com a segurança dos filhos pequenos, e autorizou o procedimento caso necessário.
Conforme a Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal, o chow-chow ficou cinco dias em observação, apresentando comportamento de “agressividade extrema”. Exames descartaram raiva e outras doenças, mas, ainda assim, o animal foi sacrificado.
Mudança de vida e reconstrução emocional
Abalada, Natani deixou Ji-Paraná e retornou a Rio Branco (AC), sua cidade natal. A casa onde morava se tornou um gatilho emocional, segundo ela.
Hoje, ela tenta reconstruir a rotina com apoio da família e acompanhamento psicológico. Retomou dança, canto e projetos que havia deixado de lado. Também voltou a compartilhar registros nas redes sociais, ainda que de forma gradual.
No início, evitava falar sobre o assunto: apagou vídeos, suspendeu postagens e tentou “esquecer” o ocorrido. Com o tempo, percebeu que o processo exigia outra abordagem. Para acompanhar atualizações sobre este e outros casos, acesse nosso grupo no WhatsApp.
“Eu só queria esquecer, até entender que esquecer é impossível. O negócio é aprender a lidar. Aconteceu, né!? Foi traumatizante, mas aprendi muito. Vi quem realmente está ao meu lado e descobri que tenho uma força que nem eu sabia que tinha.”
O caso de Natani permanece entre os episódios mais marcantes de 2025 em Ji-Paraná, levantando debates sobre segurança, saúde emocional, tutoria responsável e recuperação pós-trauma. A história continua inspirando moradores da região e internautas de todo o país.
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