Um capotamento na tarde de domingo, 7 de dezembro de 2025, deixou duas pessoas feridas na Vila Albert Sampaio, às margens da BR-364, em Rio Branco — e gerou denúncia grave: agentes da PRF teriam tentado intimidar jornalistas que cobriam a ocorrência. A comunidade exige transparência e apuração imediata. Para se manter informado sobre operações e prisões como esta, acesse nosso grupo de WhatsApp.
Acidente na estrada: perda de controle e capotamento
De acordo com relatos no local, o motorista — Elizeu Pereira Gondim, 54 anos — seguia da zona rural de Senador Guiomard (Vila Pia) em direção a Rio Branco quando o veículo (um Volkswagen Gol vermelho) teria apresentado falhas mecânicas. O carro saiu da pista, desceu por uma ribanceira e capotou por vários metros.
No veículo estavam também a esposa dele — Íris Melo do Nascimento — e um pastor identificado como Levi. Populares que passavam pelo local prestaram os primeiros socorros e acionaram o Samu e o Corpo de Bombeiros. As duas vítimas foram encaminhadas ao pronto-socorro da capital.
Enquanto a condutora apresentou dores torácicas, o passageiro Levi teve suspeita de fratura na clavícula. O motorista, por sua vez — apesar da gravidade do acidente — não sofreu ferimentos graves, permaneceu no local e colaborou com as autoridades. Para acompanhar novos desdobramentos sobre esta tragédia e outras ocorrências na região, acesse nosso grupo no WhatsApp.
Pressão sobre a imprensa: PRF intimida cobertura
Equipes de reportagem que chegaram à BR-364 sinalizaram o trecho e estacionaram fora da pista, respeitando os protocolos de segurança. Ainda assim, agentes da PRF chegaram ao local e começaram a anotar as placas dos veículos de imprensa, insinuando que haveria notificações por estarem registrando a ocorrência.
Segundo os jornalistas, o policial identificado como “Wilian” teria solicitado que outros agentes fotografassem os carros de reportagem para aplicar multas — uma manobra que configurou como tentativa de intimidação e cerceamento do trabalho da imprensa.
Apesar da atuação da PRF, o local foi isolado apenas após insistência dos profissionais com cones para perícia. Somente depois disso a rodovia foi liberada.
Estado de saúde e resposta das autoridades
De acordo com as primeiras informações hospitalares, Íris permanece com dores torácicas e Levi com suspeita de fratura. Ambos seguem em observação no setor de traumatologia, mas o estado clínico é considerado estável até o momento.
A PRF ainda não se pronunciou publicamente sobre as denúncias de intimidação à imprensa. A falta de manifestação oficial preocupa jornalistas e defensores da liberdade de imprensa, clamando por transparência no atendimento e nas abordagens envolvendo veículos de comunicação.
Impacto para a sociedade: estradas, segurança e liberdade de imprensa
Este episódio une dois graves problemas: as condições perigosas nas rodovias da Amazônia — corroboradas por acidentes frequentes em trechos da BR-364 — e tentativas de cercear a cobertura jornalística de casos de interesse público.
Em um estado onde o trânsito já é visto como risco constante, a suposta intimidação à imprensa acende o alerta para o respeito aos direitos da sociedade de ser informada com precisão e liberdade. Para acompanhar atualizações sobre este e outros casos, acesse nosso grupo no WhatsApp.
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