Uma ocorrência dolorosa, revoltante e cercada de denúncias graves marcou a madrugada desta quarta-feira (25) no Hospital Municipal de Ji-Paraná, em Rondônia.
O caso envolve a morte de uma recém-nascida e levanta suspeitas de falhas no atendimento médico prestado à gestante. Para acompanhar novas atualizações sobre esta notícia e outras ocorrências em Ji-Paraná e região — acesse nosso grupo no WhatsApp.
Segundo informações da família, a gestante, com 9 meses de gravidez, deu entrada na maternidade por volta das 20h da noite anterior, apresentando fortes dores e episódios de vômito. Na avaliação inicial, foi constatado que ela estava com cerca de 2 centímetros de dilatação, mas o quadro evoluiu com dor intensa ao longo da noite.
De acordo com os relatos, o atendimento entre a noite e a madrugada foi realizado principalmente por profissionais de enfermagem, sem acompanhamento médico contínuo. A família afirma que, entre 20h e aproximadamente 4h da manhã, não houve presença direta de médico, o que gerou revolta e levantou questionamentos sobre a condução do caso.
O secretário municipal de Saúde informou que os atendimentos foram realizados por enfermeiros obstétricos. Para acompanhar o andamento das investigações e outras notícias policiais, você também pode ingressar no grupo no WhatsApp.
Ainda conforme a família, apenas no fim da madrugada, quando a situação já era considerada crítica, foi realizada uma cesariana de emergência. No entanto, a bebê, que receberia o nome de Maria Cecília, nasceu sem vida, causando desespero e profunda comoção.
O secretário de Saúde explicou que, após avaliação médica, foi identificado um nó no cordão umbilical, fator que pode comprometer a oxigenação do feto. Segundo ele, durante um exame de ultrassom realizado ainda na unidade, foi constatado que o coração do bebê já havia parado.
O pai da criança, abalado, acusa negligência médica e afirma que a filha poderia ter sido salva caso o atendimento tivesse sido mais ágil. Ele também relatou que o procedimento cirúrgico foi realizado por um médico que estava ocupado em outra cirurgia. A avó da bebê, que aguardava a chegada da primeira neta, está inconsolável e também responsabiliza a equipe pelo ocorrido.
O caso gerou forte repercussão e indignação em Ji-Paraná, reacendendo críticas antigas sobre o atendimento na maternidade do hospital municipal. Para acompanhar o andamento das investigações e outras notícias policiais, você também pode ingressar no grupo no WhatsApp.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que uma sindicância foi aberta para apurar as circunstâncias do caso e verificar se houve falhas ou responsabilidades por parte da equipe envolvida. As investigações devem apontar se houve negligência e quais medidas poderão ser adotadas.
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