Oficial da PM de Rondônia foi preso em flagrante ao tentar entrar no Brasil com medicamentos irregulares vindos do Paraguai. Para acompanhar novas atualizações sobre esta notícia e outras ocorrências em Ji-Paraná e região — acesse nosso grupo no WhatsApp.
O Governo de Rondônia exonerou o tenente-coronel da Polícia Militar Davi Machado de Alencar do cargo de diretor executivo da Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat) após o oficial ser preso transportando mais de 300 ampolas de tirzepatida, medicamento utilizado para emagrecimento. A prisão aconteceu em Foz do Iguaçu (PR), na fronteira entre Brasil e Paraguai, e gerou forte repercussão política e policial no estado.
Prisão aconteceu na Ponte Internacional da Amizade
De acordo com informações da Receita Federal, o militar foi abordado ao tentar atravessar a Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, transportando centenas de ampolas de tirzepatida adquiridas no Paraguai de forma irregular. O medicamento, utilizado no tratamento de diabetes e amplamente procurado para emagrecimento, entrou no radar das autoridades devido à crescente comercialização clandestina no país.
Segundo as autoridades, a quantidade apreendida levantou suspeitas de possível finalidade comercial, configurando crime de importação irregular de medicamentos sem autorização sanitária. Após a prisão em flagrante, o oficial pagou fiança de R$ 30 mil e foi liberado ainda no sábado (2). Participe do Grupo no WhatsApp da Folha de Ji-Paraná e receba notícias urgentes, prisões, operações e plantões policiais de Ji-Paraná.
Governo de Rondônia publicou exoneração no Diário Oficial
A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Estado na terça-feira (5), apenas três dias após a prisão do oficial. A decisão assinada pelo governador Coronel Marcos Rocha (PSD) retira Davi Machado do cargo comissionado na Sepat, mas ele permanece integrando os quadros da Polícia Militar de Rondônia (PM-RO).
Conforme dados do Portal da Transparência, o tenente-coronel recebia salário bruto superior a R$ 45 mil, somando remuneração militar e gratificação do cargo executivo no governo estadual.
Sepat e Polícia Militar se manifestaram sobre o caso
Em nota oficial, a Sepat informou que o militar não estava em missão institucional quando foi preso e destacou que a viagem ocorreu em “caráter estritamente pessoal”, sem uso de recursos públicos. A pasta também afirmou que o oficial sempre desempenhou suas funções “com competência e responsabilidade”.
Já a Polícia Militar de Rondônia declarou que adotará as medidas legais e disciplinares cabíveis assim que houver comunicação formal do caso. A corporação afirmou ainda que não compactua com práticas ilegais ou condutas contrárias aos princípios da instituição.
Caso repercute em Rondônia e levanta debate sobre fiscalização
A prisão do tenente-coronel rapidamente repercutiu em Rondônia e ganhou destaque nacional devido ao cargo estratégico ocupado pelo oficial dentro do governo estadual. O caso também reacendeu discussões sobre o comércio ilegal de medicamentos importados e o aumento da entrada clandestina de produtos pela fronteira com o Paraguai.
Vídeos e reportagens sobre a prisão e a exoneração passaram a circular amplamente nas redes sociais e em programas jornalísticos do estado. Para acompanhar o andamento das investigações e outras notícias policiais, você também pode ingressar no grupo no WhatsApp.
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