A Justiça de Rondônia condenou o dentista Jean José Dunga de Oliveira, de 41 anos, a 5 anos e 5 meses de reclusão por lesão corporal, após concluir que ele manteve relações sexuais sem preservativo com uma mulher e omitiu deliberadamente sua condição sorológica.
A sentença foi proferida em 24 de agosto de 2026, em Porto Velho. Para acompanhar novas atualizações sobre esta notícia e outras ocorrências em Ji-Paraná e região — acesse nosso grupo no WhatsApp.
Além da pena de prisão, a decisão determinou o pagamento de R$ 50 mil de indenização à vítima. O julgamento ocorreu no 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Porto Velho, sob responsabilidade da juíza Keila Roeder.
Segundo os autos, Jean mantinha um relacionamento afetivo com a vítima e, aproveitando-se da relação de confiança entre os dois, teria mantido relações sexuais sem preservativo sem informar que vivia com HIV.
A mulher posteriormente foi infectada e procurou as autoridades em abril de 2026, após apresentar sintomas. Durante a investigação, também foi apontado que o condenado não realizava adequadamente o tratamento necessário para reduzir a carga viral.
Para a Justiça, as provas demonstraram que ele tinha conhecimento de sua condição sorológica e, mesmo assim, deixou de comunicar a informação à companheira.
A análise das provas considerou as diretrizes do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A orientação foi observada desde a produção da prova oral no processo.
O processo tramita em segredo de Justiça. A decisão, segundo as informações divulgadas, ainda pode ser objeto de recurso. Para acompanhar o andamento das investigações e outras notícias policiais, você também pode ingressar no grupo no WhatsApp.
Jean está preso preventivamente desde 10 de junho de 2026, segundo informações divulgadas sobre o caso. articipe do Grupo no WhatsApp da Folha de Ji-Paraná e receba notícias urgentes, prisões, operações e plantões policiais de Ji-Paraná.
Reportagens anteriores também apontaram que ele é investigado ou denunciado em outros casos envolvendo acusações semelhantes, mas essas acusações não equivalem a condenações.
As informações consultadas não divulgam o nome, idade ou endereço da vítima, nem o endereço exato onde ocorreram os fatos. Como o processo está sob segredo de Justiça, esses dados não devem ser atribuídos sem confirmação oficial.
Também não há, nas informações públicas consultadas, nomes de policiais responsáveis pela ocorrência. A apuração e o processo envolvem órgãos de Justiça e investigação, mas a identidade individual dos agentes não foi divulgada nas fontes verificadas.
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