Uma intensa repercussão tomou conta das redes sociais e desaguou no meio jurídico institucional na manhã desta segunda-feira (19 de outubro de 2026), em Vilhena.
A empresária e bacharel em Direito Olívia Bagattoli, filha do senador da República e agroempresário Jaime Bagattoli (PL), tornou-se o centro de um acalorado embate político após manifestar publicamente apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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Vestindo uma camiseta da Seleção Brasileira — vestimenta tradicionalmente associada ao grupo político de seu pai nas agendas públicas —, Olívia posou fazendo o gesto do "L" com a mão e defendeu o resgate das cores nacionais por todos os cidadãos, levantando bandeiras em defesa da democracia, dos direitos humanos, da ciência e da soberania do país.
A postura adotada pela empresária gerou uma enxurrada de comentários agressivos e críticas virulentas por parte de seguidores de perfil conservador no Cone Sul do estado. Participe do Grupo no WhatsApp da Folha de Ji-Paraná e receba notícias urgentes, prisões, operações e plantões policiais de Ji-Paraná.
Em meio aos ataques digitais, diversos usuários sugeriram de forma recorrente que o parlamentar deserdasse a primogênita, medida vetada pela legislação civil brasileira. Para acompanhar os desdobramentos de bastidores políticos, decisões do judiciário e a repercussão estadual em tempo real, você também pode ingressar no grupo no WhatsApp.
A polêmica escalou ainda mais quando uma influenciadora digital da cidade de Vilhena gravou vídeos expondo doações de cestas básicas em supermercados locais e ironizou o posicionamento da empresária, chamando-a de "filha de senador que não doa uma cesta básica".
Em resposta, Olívia Bagattoli gravou um pronunciamento em vídeo esclarecendo os conceitos estruturais que diferenciam atos de caridade pontual de políticas públicas permanentes voltadas à justiça social.
Diante da escala das hostilidades contra a mulher nas plataformas digitais, a advogada Aline Leon, atuante na defesa de causas femininas em Porto Velho, formalizou uma representação junto ao Ministério Público Federal (MPF).
A jurista denunciou a prática de violência política contra a mulher, sustentando que a herdeira da tradicional família pioneira de Vilhena tem pleno direito à autonomia de pensamento, liberdade ideológica e manifestação pacífica do voto sem sofrer intimidações de gênero em toda a região.
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