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Reajuste médio da energia elétrica deve dobrar o IPCA com alta de 7,64% e pressiona famílias e empresas em todo o país

Conta de luz deve subir até três vezes acima da inflação em 2026. Reajustes preocupam consumidores e pressionam o custo de vida no Brasil.

08/02/2026 21h10
Por: Redação Fonte: Folha de Ji-Paraná
Foto: Reprodução\Internet
Foto: Reprodução\Internet

As contas de energia elétrica devem pesar ainda mais no bolso dos brasileiros em 2026. Para acompanhar novas atualizações sobre esta notícia e outras ocorrências em Ji-Paraná região — acesse nosso grupo no WhatsApp.

Projeções divulgadas neste sábado, 7 de fevereiro de 2026, apontam que o reajuste médio das tarifas ficará bem acima da inflação, ampliando a pressão sobre o orçamento das famílias e do setor produtivo.


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Reajuste da conta de luz deve superar o IPCA em 2026

De acordo com projeções da consultoria Thymos Energia, as tarifas de energia elétrica devem registrar alta média nacional de 7,64% em 2026, quase o dobro do IPCA estimado pelo mercado financeiro.

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Em algumas concessionárias, o aumento pode se aproximar ou até ultrapassar três vezes a inflação prevista. Para acompanhar o andamento das investigações e outras notícias policiais, você também pode ingressar no grupo no WhatsApp.

Segundo o Boletim Focus do Banco Central, a expectativa do mercado é de um IPCA de 3,99% em 2026, o que evidencia o impacto desproporcional da energia elétrica sobre o custo de vida.

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Distribuidoras com os maiores aumentos previstos

O levantamento aponta que algumas das maiores concessionárias do país devem aplicar reajustes expressivos nas tarifas:

  • Neoenergia Pernambuco: 13,12%
  • CPFL Paulista: 12,50%
  • Enel Ceará: 10,66%

Esses percentuais superam com folga a inflação projetada e tendem a afetar diretamente consumidores residenciais, comércio e indústria. Para acompanhar o andamento das investigações e outras notícias policiais, você também pode ingressar no grupo no WhatsApp.

Por que a conta de energia vai subir tanto?

Segundo a Thymos Energia, três fatores principais explicam a escalada das tarifas:

  • Aumento dos custos de geração de energia, especialmente em períodos de maior dependência de fontes mais caras;
  • Perdas elevadas no sistema elétrico, incluindo furto de energia, que acabam sendo repassadas aos consumidores regulares;
  • Crescimento contínuo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), utilizada para financiar subsídios do setor e rateada entre todos os usuários.

Especialistas apontam que esses encargos expõem fragilidades estruturais do modelo regulatório, elevando o custo final da eletricidade em todo o país.

Onde a tarifa pode cair em 2026

Na contramão do cenário nacional, algumas distribuidoras devem registrar redução tarifária:

  • Neoenergia Brasília: -3,73%
  • Amazonas Energia: -1,72%
  • Equatorial Piauí: -0,83%

Mesmo assim, analistas alertam que esse alívio pode ser pontual e temporário, diante das pressões estruturais que seguem afetando o setor elétrico brasileiro.

Com reajustes projetados acima da inflação, a conta de luz se consolida como um dos principais fatores de pressão econômica em 2026, exigindo atenção redobrada de consumidores e autoridades. Em Ji-Paraná e em todo o país, o impacto tende a ser sentido diretamente no orçamento mensal das famílias.

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